terça-feira, 27 de julho de 2010

PATÊ DE DAMASCO

Ingredientes:
- 200g de damascos
- 1 xícara (chá) de água
- 1/2 xícara (chá) de açucar
- 100g de maionese
- 100g de creme de leite1 sachê de sazon amarelo

PREPARO:
Leve ao fogo o damasco, a água e o açucar. Deixe cozinhar até o damasco ficar bem macio. Se precisar coloque mais água. Deixe esfriar. Bata no liquidificador rapidamente,é para não ficar muito fino. Retire do liquidificador, misture a maionese e o creme de leite. Tempere aos poucos com o sachê de sazon amarelo. Coloque o sabor a seu gosto. Você pode acrescentar mais maionese ou creme de leite. Sirva gelado em vasilhas para patê com pão sírio, mini sanduíches de frango ou com torradas.

Geléias

Adorei a idéia do autor do blog sabor sonoro em aproveitar os potes vazios e colocar geléias caseiras. Vou experimentar e fazer com adoçante, pois nas receitas o açúcar está sendo usado. Segue a baixo as receitas.

Receita de geléia de morango, gengibre e baunilha

Ingredientes:
- 600g de morangos limpos
- 1 xícara de açúcar cristal
- 1 colher (sopa) de essência de baunilha
- 1 colher (chá) de gengibre picado
- suco de 1/2 limão

Preparo:
Em uma panela coloque todos os ingredientes e cozinhe em fogo baixo, mexendo bem, até chegar na consistência de geleia.

Receita de geléia de damasco e mexerica

Ingredientes:
- 350g de damasco seco picado (pode ser o fresco também)
- suco de 2 mexericas
- suco de 1 limão
- 1 xícara de açúcar cristal
- 1 colher (chá) de cravo da índia
- água o quanto baste

Preparo:
Em uma panela coloque todos os ingredientes e cozinhe até o damasco ficar bem mole, a ponto de desmanchar quando apertá-lo com a colher. Se for necessário vá acrescentando água. Tire do fogo quando chegar na consistência de geleia.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Os refrigerantes à base de cola podem causar algum efeito nocivo para o organismo humano se ingeridos freqüentemente?

Sim. O consumo de refrigerantes à base de cola e suas possíveis conseqüências já vêm sendo estudados há anos. Embora a maioria dos resultados condene esta bebida, os autores ainda sugerem mais pesquisas a respeito.São diversos os estudos que relacionam perda de massa óssea ou diminuição da densidade mineral óssea e aumento da calciúria com o excesso de consumo de bebidas do tipo cola.

Tais refrigerantes contêm cafeína e ácido fosfórico. Este último é considerado um “ladrão de cálcio” pois, solúvel em água, sua parte aniônica pode se ligar aos cátions do cálcio presentes em qualquer lugar do corpo. Parece, inclusive, que a combinação das duas substâncias é a grande causa destes efeitos, que são associados ao aumento de fraturas ósseas principalmente em mulheres, mesmo adolescentes fisicamente ativas.


Segundo alguns autores, talvez não se possa afirmar com certeza que isto é causado pelos componentes que a bebida tem, mas pelos nutrientes que ela não tem, necessários à saúde dos ossos. Afinal, cada vez mais esses refrigerantes estão substituindo o consumo de leite e outras fontes de cálcio.


Pesquisadores norte-americanos mostram um aumento significativo do consumo de refrigerantes em geral e bebidas adoçadas. Em 10 anos, a ingestão aumentou 61% em adultos e mais que dobrou entre adolescentes e crianças. Evidências associam este fato ao aumento da obesidade infantil.


Além de contribuírem para a obesidade, os refrigerantes ainda podem aumentar o risco do desenvolvimento de diabetes tipo 2, por conter altas quantidades de açúcar. Aqueles à base de cola, que contém corante caramelo, possivelmente aumentam a resistência à insulina.


Os prejuízos atingem também a saúde bucal. Tais refrigerantes diminuem significativamente a microdureza do esmalte dos dentes. Devido ao seu pH ácido, provocam uma desmineralização do esmalte dental. O consumo dessas bebidas, portanto, aumenta o risco do aparecimento de cáries.

Bibliografia (s) Tucker KL et al. Colas, but not other carbonated beverages, are associated with low bone mineral density in older women: The Framingham Osteoporosis Study. American Journal of Clinical Nutrition. 2006;84(4):936-42. Disponível em: http://www.ajcn.org/cgi/reprint/84/4/936. Acessado em 03/12/2008.Yaquelo CM. Acción de los robadores de calcio. Formación de sales de calcio en el tracto intestinal y en el sistema circulatorio sanguíneo. Acta Bioquím. Clín. Latinoam. 2006;40(2):213-7. Disponível em: http://www.scielo.org.ar/pdf/abcl/v40n2/v40n2a08.pdf. Acessado em 03/12/2008.Wyshak G. Teenaged Girls, Carbonated Beverage Consumption, and Bone Fractures. Arch Pediatr Adolesc Med. 2000;154(6):610-3. Disponível em: http://archpedi.ama-assn.org/cgi/reprint/154/6/610. Acessado em 03/12/2008.Heaney RP, Rafferty K. Carbonated beverages and urinary calcium excretion. Am J Clin Nutr. 2001;74(3):343–7. Disponível em: http://www.ajcn.org/cgi/reprint/74/3/343. Acessado em 03/12/2008.Schulze MB et al. Sugar-Sweetened Beverages, Weight Gain, and Women Incidence of Type 2 Diabetes in Young and Middle-Aged. JAMA. 2004;292(8):927-934. Disponível em: http://jama.ama-assn.org/cgi/reprint/292/8/927.pdf. Acessado em 03/12/2008.Araújo RM, Torres CRG, Araújo MAM. Influência dos agentes clareadores e um refrigerante à base de cola na microdureza do esmalte dental e a ação da saliva na superfície tratada. Revista Odonto Ciência – Fac. Odonto/PUCR. 2006;21(52):118-24. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fo/article/view/1061/837. Acessado em 03/12/2008.Valle DD, Modesto A, Souza IPR. Hábitos alimentares e prevalência da doença cárie em bebês. Rev Bras Odontol. 2001;58(5):332-35.

Fonte: www.nutritotal.com.br

Outono: Aproveite os Benefícios


Vale mesclar as frutas in natura com sucos. Não é recomendável que todas as porções de frutas sejam utilizadas em forma de suco, pois perdem propriedades importantes, pois o costume de coar o suco desperdiça as fibras do produto.

Substituir as sobremesas por frutas é uma excelente estratégia para diminuir o consumo de doces. O sabor doce de algumas frutas, conferido pela presença do açúcar natural (frutose), pode ser uma alternativa para pessoas que têm necessidade de ingerir substâncias adocicadas após as refeições ou até mesmo durante o dia. Além disso, pode- se criar várias alternativas de doces à base de frutas, como salada de frutas, gelatinas, frutas com calda de chocolate ou assadas com canela.

Lembre-se: todos os alimentos têm calorias. O que faz engordar é consumir mais calorias do que se gasta. Consumir duas mil calorias em abacate, por exemplo, e não gastá-las, pode engordar. Portanto, bom senso é a palavra - chave. Outro erro comum acontece na hora de substituir uma fruta in natura por um suco. Em vez de comer uma laranja, se toma um suco com quatro laranjas, que é a quantidade indicada para um dia todo. Ou se mistura várias frutas com leite, que também tem calorias e gorduras.

Cálcio: Importante Arma no Controle da Massa Corporal


Cada vez mais a obesidade tem sido reconhecida como um problema de origem multifatorial, onde estão envolvidos fatores ambientais, nutricionais, fisiológicos e genéticos. Dentro dessa complexidade, inúmeros estudos científicos atuais apontam para fatores cada vez mais específicos, na tentativa de encontrar saídas para esse problema de saúde pública.

Foi durante um desses estudos, que um efeito “antiobesidade” do cálcio proveniente nos laticínios foi observado. Essa investigação demonstrou que a maior ingestão de cálcio (entre 400-1000mg/dia) através da ingestão de 2 copos de iogurte diariamente, produzia diminuição na pressão arterial acompanhado por diminuição de 4,9kg em gordura corporal.

A explicação estaria na atuação dos hormônios calcitróficos (1,25(OH)2D e 1,25(OH)2D3), que respondem a menor ingestão de cálcio e exercem efeitos no metabolismo lipídico, aumentando a lipogênese e diminuindo a lipólise. A ação do hormônio 1,25(OH)2D3 ocorre no receptor do adipócito, onde há inibição da proteína UCP2, responsável pela oxidação lipídica. Sem a oxidação, ocorre a lipogênese e a formação de adipócitos e gordura. O gene agouti é o fator responsável pela lipogênese e o aumento da adiposidade.

No entanto, quando há aumento da ingestão de cálcio, os hormônios do metabolismo do cálcio (1,25 (OH)2D, 1,25(OH)2D3) são suprimidos para controle e feedback negativo. A lipogênese é inibida e a lipólise ocorre. Então, o acúmulo de lipídios é evitado, e a porcentagem de gordura diminui.

Após tais descobertas, foram feitos estudos observacionais, relacionando a ingestão de cálcio e laticínios com a gordura corporal. Esses estudos foram realizados primeiramente em ratos e em seguida em diferentes populações (mulheres jovens, idosas, crianças, intolerantes a lactose e obesos). Os resultados são discriminados a seguir:
  • Estudo com dois grupos de ratos, onde um grupo ingeria pouco cálcio e outro ingeria quantidades recomendadas e crescentes de cálcio e laticínios. Os ratos que não ingeriram quantidades necessárias de cálcio sofreram ganho de massa e gordura corporal, enquanto que o grupo de ratos que ingeriram cálcio ou laticínios apresentou perda de massa corporal em 26-40%, sendo que não havia restrição calórica em sua dieta. Notou-se ainda, que a lipólise foi ainda mais estimulada entre os ratos que ingeriram laticínios como fonte de cálcio, comparado com os animais que obtinham cálcio através de suplementos (2).
  • Outro estudo indicou uma relação inversa entre ingestão de cálcio e tolerância à glicose. Esse estudo demonstrou que não há perda de massa ou gordura corporal entre intolerantes à glicose, e a razão para tal ainda está sendo estudada (3).
  • Um terceiro estudo afirmou que a maior quantidade de cálcio ingerido e prática de exercícios físicos causam um aumento ainda maior na oxidação lipídica. Há estímulo 10% maior comparado com a dieta rica em cálcio mas sem atividades físicas (4).
  • Já entre os obesos ou indivíduos acima do peso, notou-se que quem consumia mais laticínios apresentou menor incidência e risco de desenvolver resistência à insulina. Além disso, os indivíduos que participaram do estudo perderam massa corporal e diminuíram sua porcentagem de gordura corporal (5).
  • Um estudo mais recente e de maior porte, avaliou os benefícios do cálcio e laticínios no controle da massa corporal. Participaram do estudo 32 indivíduos obesos, que iniciaram o estudo seguindo uma dieta hipocalórica. Aos poucos, foram sendo adicionados à dieta suplementos de cálcio, com quantidade variando entre 400-500mg/dia. Dias depois, a suplementação de cálcio passou para 800mg diários ou a ingestão de 3-4 porções de laticínios todos os dias (equivalente a 1200mg/dia). Todos os indivíduos obesos apresentavam perda de massa corporal cada vez que aumentava a suplementação de cálcio. No entanto, no final de 6 meses, o grupo de pessoas que ingeriram laticínios perderam mais massa corporal do que aqueles que foram suplementados com cálcio. Notou-se, mais uma vez, a maior eficácia dos laticínios na perda e no controle da massa corporal, em dietas hipocalóricas (6).

Qual a região do corpo em que há maior perda de gordura com dietas ricas em cálcio?
Após a realização de um estudo conduzido por Zemel (6), foi observado maior perda de gordura na região do tronco, formada pelo abdômen e peitoral. A perda de gordura nessa região do corpo com uma dieta hipocalórica foi de 19%, e o resultado após a mesma dieta com cálcio suplementado foi de 50%. Houve ainda uma maior perda quando o cálcio foi obtido através da ingestão de laticínios (66%) (6).

Por que os laticínios são mais eficientes do que o cálcio suplementado, quando o objetivo é a perda de massa corporal?
Acredita-se que outros componentes dos laticínios estão também envolvidos nos beneficio atribuído ao cálcio. No entanto, são necessários mais estudos para que essa afirmação seja concreta.
Sabemos, portanto, que a presença de cálcio na dieta, principalmente através da ingestão de laticínios (3-4 porções diárias), gera um efeito “antiobesidade” através de diversas reações, inibindo ou estimulando o metabolismo lipídico. Os diversos estudos observacionais em animais e humanos nos mostram que a perda de gordura e massa corporal são reais e visíveis, cada vez que a quantidade ingerida de cálcio aumenta.
Mais uma vez nos é mostrada a importância do cálcio na nossa dieta, através da ingestão de leite e derivados, que são importantes fontes desse mineral.


Referências bibliográficas:
1. Zemel, MB. Role of calcium and dairy products in energy partitioning and weight management. American Journal of Clinical Nutrition, Vol 79. No 5, 9078-912S, Maio 2004.2. Zemel, MB; Shi, H; Greer, B; DiRienzo, D; Zemel, PC. Regulation of adiposity by dietary calcium. FASEB J 2000; 14: 1132-8.3. Buchowski, MS; Semnya, J; Johnson, AO. Dietary calcium intake in lactose maldigesting intolerant and tolerant African-American women. J Am Coll Nutr 2002; 21:47-54.4. Melanson, EL; Shart, TA; Schneider, J; et al. Relantion between calcium intake and fat oxidation in adult humans. Int J Obes Relat Metab Disord 2003; 27:196-203.5. Pereira, MA; Jacobs, DR; Van Horn, L; et al. Dairy consumption, obesity, and the insulin resístanse syndrom in young adults. The CARDIA study. JAMA 2002; 287:2081-9.6. Zemel, MB; Thompson, W; Milstead; et al. Dietary calcium and dairy products accelerate weight and fat loss during energy restriction in obese adults. Obes Res (in press).

terça-feira, 1 de junho de 2010

NUTRIÇÃO


Na visão moderna da Nutrição, somos também aquilo que comemos, mas vamos além disso. Somos, ainda, aquilo que absorvemos e eliminamos. O processo de reeducação alimentar nunca deve ser dissociado: é necessário integrá-lo dentro de uma visão ecológica e holística do organismo humano, sempre levando em consideração suas características individuais. É necessário compreender que a nutrição é uma metáfora da forma como nos relacionamos com o mundo. Comer compulsivamente, por exemplo, reflete todo o estresse e mecanicidade em que vivemos. Nosso estilo de vida envolve, também, a nossa alimentação, o que vai determinar o desenvolvimento - ou não - de doenças. Nossa proposta é oferecer bem estar e qualidade de vida através da alimentação consciente, de acordo com seu propósito.

Achei muito interessante estes dizeres e resolvi postar para vocês.

Fonte: site da Nutricionista Priscila Di Ciero.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Barquete de endívia e lentilha

Ingredientes:
  • 1/3 xícara (chá) de lentilha
  • 1/2 pimentão vermelho
  • 1/2 pimentão amarelo
  • 1/4 de maçã-verde picada
  • suco de 1/2 limão
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • 20 folhas de endívia sal
  • pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo
1. Num escorredor ou numa peneira, coloque a lentilha e lave sob água corrente.

2. Numa panela, cubra a lentilha com água e leve ao fogo médio para cozinhar por cerca de 20 minutos ou até que fique macia.

3. Escorra a água e transfira a lentilha para uma tigela. Reserve.

4. Numa tábua, corte os pimentões ao meio no sentido do comprimento. Retire as sementes e corte as metades que serão utilizadas em cubinhos de 0,5 cm. Reserve.

5. Com uma faca afiada, corte a maçã em 4 partes. Descasque e retire as sementes de uma das partes. Corte em cubinhos de 0,5 cm e coloque-os numa tigela grande. Regue com o suco de limão para evitar que escureçam.

6. Na tigela com os cubos de maçã, acrescente a lentilha cozida e os pimentões. Misture bem, regue com o azeite e tempere com sal e pimenta-do-reino.

7. Lave e seque as folhas de endívia. Num prato, disponha as folhas e recheie cada uma com a salada de lentilhas. Sirva a seguir.

Fonte: http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=1145